Agora um estilo bem diferente. No curso de BD do CIEAM (Centro de Investigação e de Estudos Arte e Multimédia) concluí uma prancha baseada em parte de um poema. O exercício foi concebido para fazer coexistir vários estilos gráficos, desde figuras e símbolos a elementos textuais, dentro do mesmo plano, e em escalas diferentes (à semelhança de um graffiti). Este é o objectivo do exercício. Simples não? E porque suspeito que não o alcancei, dou-vos a minha interpretação: mentalmente tracei o meu objectivo (que na altura me pareceu o correcto); fazer qualquer coisa diferente, libertar-nos de pré-conceitos e "voarmos na maionese" (pelo menos foi assim que eu levei a coisa). O objectivo não foi, seguramente, alcançado, mas gostei bastante do resultado final. A técnica utilizada, sendo um pouco complexa (exigências do exercício) resumia-se na utilização códigos gráficos, criados por nós, utilizando uma ou mais técnicas à escolha, scaneando e finalmente montando tudo (recorrendo inclusive a imagens e texturas digitais) com uma ferramenta de imagem. Curiosamente hoje voltei a ler o exercício e já o interpretei de maneira diferente, o que significa que da próxima vez que o ler já o resolverei de outra maneira. É um excelente exercício e vou concerteza executá-lo de novo. Espero que gostem desta vinheta.
015 - Graffiti I
Agora um estilo bem diferente. No curso de BD do CIEAM (Centro de Investigação e de Estudos Arte e Multimédia) concluí uma prancha baseada em parte de um poema. O exercício foi concebido para fazer coexistir vários estilos gráficos, desde figuras e símbolos a elementos textuais, dentro do mesmo plano, e em escalas diferentes (à semelhança de um graffiti). Este é o objectivo do exercício. Simples não? E porque suspeito que não o alcancei, dou-vos a minha interpretação: mentalmente tracei o meu objectivo (que na altura me pareceu o correcto); fazer qualquer coisa diferente, libertar-nos de pré-conceitos e "voarmos na maionese" (pelo menos foi assim que eu levei a coisa). O objectivo não foi, seguramente, alcançado, mas gostei bastante do resultado final. A técnica utilizada, sendo um pouco complexa (exigências do exercício) resumia-se na utilização códigos gráficos, criados por nós, utilizando uma ou mais técnicas à escolha, scaneando e finalmente montando tudo (recorrendo inclusive a imagens e texturas digitais) com uma ferramenta de imagem. Curiosamente hoje voltei a ler o exercício e já o interpretei de maneira diferente, o que significa que da próxima vez que o ler já o resolverei de outra maneira. É um excelente exercício e vou concerteza executá-lo de novo. Espero que gostem desta vinheta.
014 - Tiro na mosca
Aqui vai mais uma ilustração num estilo um pouco diferente... Este senhor com ar de poucos amigos é um provinciano (não que isso tenha algo de mau, mas decidi que seria um ermita que, com certeza estará mais isolado junto a alguma aldeia). De momento está a ver se encontra a mosca que o esteve a chatear durante longos minutos, com o objectivo de a alvejar a tiro. Claro que a coisa vai concerteza dar para o torto. Deixo-vos a imagem, o desfecho fica com a vossa imaginação. Utilizei lápis de cor e o contorno é a tinta da china preta aplicada com caneta gráfica.
013 - Surpresa!
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